Ex-candidato do PDT diz que cidade estagnou e alerta para vulgarização dos cargos DAS

Da redação

Terceiro colocado nas eleições municipais de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, na eleição de outubro do ano passado, o presidente do diretório municipal do PDT, Caio Vianna, fez duras críticas ao governo do prefeito Rafael Diniz (PPS), sinalizando que o partido vai ficar na oposição.

As criticas foram pontuadas em artigo assinado no Portal VIU ONLINE e viralizou nas redes sociais.

Na próxima sexta-feira (17/03), Vianna gravará entrevista com o jornalista Roberto Barbosa e Adelfran Lacerda para o Canal VIU! no Youtube e para as páginas do Portal nas redes sociais.

NA IMAGEM ACIMA Caio Vianna em artigo assinado no Portal VIU ONLINE sinaliza que o PDT ficará na oposição ao governo Rafael Diniz

Um dos pontos criticados no artigo é o que o pedetista aponta como colapso no sistema público de saúde. Ele cita a superlotação de pacientes nos corredores de hospitais e diz que o prefeito frustrou expectativas dos eleitores. Caio também critica  a política de transparência pública (que foi um dos motes da campanha de Diniz) e menciona as negociações políticas  em troca de cargos de confiança.

“A cidade literalmente estagnou. Tornou-se feudo de uma turma habituada a sugar do poder público uma renda complementar para custear festas, jantares e viagens. Fazem sem o menor pudor, expondo tudo em redes sociais”, diz um trecho do artigo.

Desde o ano passado Caio Vianna mantinha uma postura discreta em relação à administração municipal. Estava cuidando da reestruturação do PDT e se preparando para coordenar a campanha presidencial de Ciro Gomes em nível regional.

No PDT do Rio ele é apontado como uma das estrelas do movimento Novo Trabalhismo. Na cidade de Campos, segundo dirigentes da legenda, ele adotou uma nova dinâmica na condução do PDT, afastando completamente a influência do pai Arnaldo Vianna e da mãe Ilsan Vianna do núcleo decisório. Arnaldo, atualmente, está filiado ao PMDB.

Já contexto de alianças, o PDT, segue uma linha independente em relação às correntes políticas locais.

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