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A caminho do TCE 1

Brazao

Domingos Brazão: Forte candidato a ocupar vaga no TCE-RJ

O deputado Domingos Brazão (PMDB) é um forte candidato a conquistar a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas (TCE), que será decidida em sessão da Alerj nesta terça-feira, dia (28/04). Ele tem votos da banda do presidente da Casa, Jorge Picciani (PMDB). Portanto, não deverá encontrar dificuldades para superar oito concorrentes, entre eles, o deputado Marcos Abraão (PT do B).

A caminho do TCE 2

Brazão costurou sua candidatura lá atrás. Em duas ocasiões lançou-se candidato à presidência do legislativo e nas duas vezes foi demovido com a promessa de que seria o dono da vaga do TCE quando ela surgisse. Mirou duas vezes na mesa diretora, mas de olho em outro cargo, vitalício, com vagas para acolher 55 assessores nomeados. O bilhete premiado estava próximo, porque o conselheiro Aluízio Gama estava atingindo o limiar da aposentadoria compulsória.

A caminho do TCE 3

As chances de Brazão ganharam corpulência com o choque entre Paulo Melo, que almejava a vaga, e Picciani. Não é preciso dizer que o atual cardeal do parlamento estadual entrou de cabeça nos planos de Brazão para triturar o aliado que se converteu em desafeto na eleição do ano passado.

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*Por André Magnabosco | Exame | Estadão Conteúdo 

A crise que atingiu a Petrobras no ano passado colocou fim a uma antiga trajetória de expansão no quadro de funcionários da estatal, que durou pelo menos durante a última década.

Dados divulgados na semana passada pela companhia apontam que, no final de 2014, o corpo funcional da empresa era composto por 80.908 funcionários próprios, uma retração de 6% em relação aos 86.108 do final de 2013.

O número do ano passado é o menor desde 2011, quando a companhia terminou o ano com 81.918 funcionários. No ano anterior, a marca ainda era de 80.492 empregados.

Documentos disponibilizados pela estatal desde 2004 mostram que, no decorrer da última década, o corpo funcional apenas cresceu.

Entre 2003 e o ano seguinte, o aumento foi de 6,6% e o número de funcionários chegou a 52.037 pessoas. Esse número chegou a 53.933 em 2005, 62.266 pessoas em 2006, 68.931 pessoas em 2007, 74.240 em 2008 e 76.919 em 2009.

No início desta década, a trajetória continuou inalterada. Os dados de 2010 (80.492 pessoas) e 2011 (81.918 funcionários) foram seguidos por um total de 85.065 pessoas em 2012.

Além dos funcionários próprios, a Petrobras ainda contabilizava ao final do ano passado um total de 291.074 empregados de empresas prestadoras de serviços. O número representa uma retração de 19,2% em relação aos 360.180 terceirizados contabilizados no final de 2013. Em 2004 eram apenas 146.826 empregados terceirizados.

A queda mais expressiva de funcionários terceirizados deve ser explicada pela decisão da Petrobras de reduzir o ritmo de investimentos em 2014 e, ao mesmo tempo, muitas de suas parceiras enfrentarem problemas associados à evolução das investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato.

Empresas como o Grupo Galvão, que já demitiu mais de 9 mil pessoas, era responsável pelo andamento da fábrica de fertilizantes em Mato Grosso do Sul e do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), por exemplo. As duas obras foram incluídas pela Petrobras em uma lista de projetos sem data prevista para conclusão.

Diante do andamento das investigações da PF na Lava Jato, e da suspeita de que diversos contratos assinados por ex-diretores da Petrobras continham irregularidades, a estatal reduziu o ritmo dos investimentos.

Entre janeiro e dezembro, a companhia desembolsou R$ 87,140 bilhões, montante 16,5% inferior ao investido em 2013. O total também é quase 8% inferior ao investimento de R$ 94,6 bilhões inicialmente previsto pela estatal para 2014.

Demissões voluntárias 

Além da desaceleração dos investimentos, outro fator que explica a redução do corpo funcional da Petrobras no ano passado foi a implementação do Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV).

Um total de 8.298 empregados, com 55 anos ou mais, aderiu ao plano. Entre abril e dezembro de 2014 foram realizados 4.936 desligamentos e 481 desistências de empregados que aderiram ao PIDV.

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*Por Lucas Vettorazo e Diogo Bercito | Da Folha de São Paulo

A Petrobras utilizou depoimentos da Operação Lava Jato para chegar ao valor de R$ 6,2 bilhões referentes a corrupção publicados nesta quarta (22) em seu balanço.

A empresa informou que pretende acionar na Justiça as empresas acusadas de cartel por danos morais e materiais.

Sem ter como determinar em que contratos ocorreram desvios e de quanto eles teriam sido, a Petrobras considerou que houve superfaturamento de 3% em todos os contratos e aditivos firmados com as 27 empresas envolvidas na operação, no período de 2004 a abril de 2012, no valor total de R$ 199,6 bilhões.

A estatal diz no balanço que, do total que teria sido desviado, R$ 3,4 bilhões teriam saído da área de Abastecimento, que foi chefiada por Paulo Roberto Costa, e é responsável pelas obras das refinarias do Comperj (RJ) e Abreu e Lima (PE).

A área de Exploração e Produção, a principal da companhia, teria sido a segunda que mais gerou propina, de R$ 1,9 bilhão, seguida pela de Gás e Energia (R$ 652 milhões).

Questionado sobre as notícias de corrupção e a demonstração financeira da estatal, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) disse que “pegar bem, não pegou”.

Temer falava ao público em um evento em Madri, na Espanha. Ele disse que “ninguém aplaudiu” os fatos relacionados à Petrobras e elogiou a transparência da demonstração financeira.

O lançamento de perdas e a reavaliação de ativos fez com que a Petrobras registrasse, em 2014, prejuízo de R$ 21,6 bilhões.

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Já anda em estágio avançadíssimo o entendimento para a venda da rádio Band FM, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. A emissora, na verdade, pertence ao grupo MPE, empresa que está entre as investigadas na operação Lava Jato. É, portando, uma franquia que funciona com programa mista, enlatado de São Paulo e programas locais.

O grupo MPE, formado por ex-funcionários da General Eletric (GE), tem um braço que opera com serviços na Petrobras. É citada como uma das coadjuvantes na formação de um Cartel desvendado na Lava Jato. É um negócio que pouca gente ouça dizer o nome no interior do Estado.

Como as demais empresas envolvidas no Petrolão, a MPE está se desfazendo dos ativos e a FM de Campos (além de uma rádio AM de Rio Bonito), que pertence ao grupo, estaria no pacote do que deve ser vendido em tempo célere.

Os compradores dessas duas emissoras são do Norte Fluminense e já tem atuação no ramo.

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Vandre macae

Vandré Guimarães: “Divulgação do balanço permite organização da cadeia produtiva”

Desde o ano passado, a Petrobras está reduzindo investimentos e não será diferente em 2015. Em 2014, segundo balanço divulgado pela estatal, o investimento foi de U$$ 35 bilhões, um montante 20% abaixo dos US$ 44 bilhões que estavam previstos. Para este ano, a previsão  de investimento é de US$ 29 bilhões, 34% a menos do que foi investido em 2014.

O plano de negócios da companhia para o período de 2014 a 2018 foi praticamente virado de cabeça para baixo, submergindo a ideia de investir US$ 44 bilhões por ano no período.

Nos últimos seis meses, enquanto não divulgava para o mercado financeiro o seu balanço auditado, a estatal praticamente cessou os investimentos na Bacia de Campos. Cidades como Macaé, no Norte Fluminense, sofreram um baque econômico.

Agora, mesmo diante da redução de investimentos, o secretario de Desenvolvimento de Macaé, Vandré Guimarães, aposta na teoria “pior do que está não fica”.

“A divulgação do balanço permite que investidores e a cadeia produtiva se organizem. O que pairava era uma incerteza. A partir de agora haverá uma retomada, mesmo com redução de investimentos, depois de seis meses de paralisação”, disse.

Já o economista Ranulfo Vidigal, ao debruçar-se sobre os números, prefere ser mais cauteloso:

“O preocupante no balanço é a dotação de 2 bilhões para demissão provisória, a redução dos investimentos e nova estimativa (mais lenta ) de crescimento da produção, que vai impactar fortemente a Região Norte Fluminense”, afirma.

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A diretoria da Petrobras informou, há pouco, que a empresa teve prejuízo de R$ 6,2 bilhões com os desvios de recursos investigados pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal. O resultado líquido de 2014 ficou negativo em R$ 21,6 bilhões.

Ao apresentar o balanço auditado do ano passado, que já foi entregue à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o gerente executivo de Desempenho Empresarial da Petrobras, Mario Jorge da Silva, disse que os ajustes de ativos foram de R$ 50,8 bilhões, somando os R$ 6,2 bilhões referentes a gastos adicionais capitalizados indevidamente e R$ 44,6 bilhões do provisionamento decorrente da desvalorização de ativos, o chamado Impairment.

Usando metodologia baseada no conteúdo da investigações do Ministério Público Federal, os valores referentes à Lava Jato referem-se a 3% do valor de contratos com 27 empresas membros do cartel entre 2004 e 2012. Entre as diretorias, a de Abastecimento foi responsável pelo desvio de R$ 3,4 bilhões, a de Exploração e Produção, por R$ 2 bilhões, e a de Gás e Energia, por R$ 0,7 bilhão.

*Com informações da Agência Brasil

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* Do Portal VIU ONLINE

O secretário de Estado do Rio, Júlio Bueno, anunciou que o governo começou a quitar débitos com fornecedores na última segunda-feira (20/4). Ele destacou que o calendário de pagamentos vai priorizar as áreas da saúde, educação e segurança.

A medida tornou-se possível mediante a liberação de R$ 2,4 bilhões, referentes à primeira parcela do saque feito ao fundo judiciário, que foi disponibilizado pelo Tribunal de Justiça à título de empréstimo para o governo estadual.

O montante a ser sacado totaliza R$ 6,2 bilhões e será usado para recompor as finanças do RioPrevidência. Com o déficit, o Estado vinha aportando recursos do Tesouro no RioPrevidência para arcar com o pagamento de aposentados e pensionistas.

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Avioes EUA

O Qatar pretende comprar caças F-15 da Boeing para substituir a frota envelhecida de jatos franceses Mirage, acima. |Foto: Louisa Gouliamaki / Agence France-Presse – Getty Images

*Por Mark Mazzetti e Helene Cooper | do The New York Times

Para fazer a guerra no Iêmen, a Arábia Saudita está usando aeronaves F-15, caças comprados da Boeing, poderosa indústria norte-americana. Os pilotos dos Emirados Árabes Unidos estão voando em aeronaves “Lockheed Martin ‘s F-16” para bombardear tanto bases terroristas no Iêmen quanto na Síria.

Em breve, os Emirados irão concluir um acordo com a General Atomics para completar sua frota de Predator drones para executar missões de espionagem em seus territórios.

No Oriente Médio países aliados dos EUA executam guerras por procuração contra grupos sectários e redes terroristas. As forças armadas desses parceiros que já detinham equipamentos de fabricação americana, agora estão realmente usando e querendo mais.

O resultado é o crescimento de um mercado lucrativo para a indústria bélica norte-americana, que vive à procura de negócios em outros países em uma era de orçamentos reduzidos no Pentágono.

Mas, por outro lado, este comércio abre uma corrida perigosa para armar novos braços em uma região onde o mapa de alianças foi duramente redesenhado.

Na semana passada, funcionários da indústria bélica revelaram ao Congresso dos EUA que eles estavam esperando uma grande encomenda de aliados árabes – Arábia Saudita, Emirados Árabes, Qatar, Bahrein, Jordânia e Egito – que lutam contra o Estado Islâmico.

A encomenda prevê milhares de mísseis de fabricação americana, bombas e outras armas, reabastecendo um arsenal que foi esgotado no ano passado.

Ps. É a guerra no quintal dos outros gerando grandes negócios, produzindo tragédias humanitárias no Oriente Médio e aquecendo a economia dos EUA.  

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bike macae

Vereador Luciano Diniz e o prefeito Dr. Aluízio durante passeio de bike em Macaé: cidade vai ganhar mais 45,8 km de ciclovia

A Câmara de Vereadores de Macaé, no Norte Fluminense, aprovou requerimento do vereador Luciano Diniz (PT) para realização e uma audiência pública visando discutir o plano de ciclomobilidade do município.

O vereador petista é um dos incentivadores da inclusão da bicicleta no plano de mobilidade urbana que os municípios deverão entregar ao governo Federal até o mês de maio. Macaé deverá ganhar mais 48,5 km de rotas para ciclistas, chegando a um total de 67 km.

“É um grande projeto. O município atualmente conta com apenas 18,5 km de ciclovia”, destaca Diniz.

A Audiência Pública vai acontecer no mês de maio e deverá contar com a participação de representantes de profissionais ligados aos órgãos e entidades ligadas a elaboração do plano.